domingo, 25 de agosto de 2013

NINA




INSTITUTO DE ARTES
DEPARTAMENTO DE ARTES VISUAIS
Disciplina: Atelier de Artes Visuais 4
Professor Supervisor: Dr.ª Nivalda Assunção
Tutor (a): Flávia da Costa Severino
Aluno (a): Nely Maria Pereira Andrade              Matrícula: 11/0044037
Atividade da unidade 4: Escultura de papel

Tema: Animais domésticos

Título da obra: Nina


     Nina é a escultura de uma cadelinha feita com papel sulfite enrolados em cachos.
     O material foi escolhido devido à facilidade de aquisição e manuseio. Como a intenção era a montagem de uma peça onde predominasse a cor branca, o papel sulfite foi o mais indicado.
     O tema “animais domésticos” foi, na verdade uma escolha sentimental. Tive que abrir mão de uma cadelinha da raça poodle recentemente e ainda estou bastante sentida com isso. Ás vezes a ouço latir, tenho sentido a falta da festa que ela fazia quando eu chegava, em fim, meu pensamento está centrado nela.
     Trata-se de uma peça leve, possui uma estrutura também de papel enrolado bem firme onde foram colados os anéis de papel em toda a sua extensão.
     É estática, porém pode parecer em movimento devido ao balançar dos cachos em caso de presença de vento.
     A escultura foi produzida exclusivamente com papel sendo sulfite na cor branca, color set preto e fantasia na cor vermelha. Para a colagem foi utilizada cola plástica para papel.

Processo de construção:


.    1. Materiais utilizados: Papel sulfite branco, papel fantasia vermelho, papel color set preto, cola branca, tesoura.


2.   O papel sulfite foi enrolado com firmeza em forma de bastão e alguns  bastões foi colado em forma de argola.



3. Com os bastões e as argola , formou-se a estrutura.

4. Foram cortadas tiras de papel sulfite com 1,5 cm de largura e enrolados com uma tesoura formando cachos.














5.    Recortou-se em forma de círculos, o color set preto e sulfite branco  para a montagem dos olhos. A montagem foi fixada em um pequeno cone, também de color set preto.Utilizou-se o mesmo processo para o nariz em color set preto.

6.   A língua foi cortada em papel fantasia vermelho e colado em uma base de color set preto. Os dentes foram feitos com o papel sulfite.




 

7.    Colaram-se os olhos, nariz e a boca na estrutura e depois aos poucos os cachos de papel sulfite foram colados cobrindo toda a estrutura.






                                                 escultura pronta.

 

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Poéticas do íntimo

INSTITUTO DE ARTES
DEPARTAMENTO DE ARTES VISUAIS
Disciplina: Laboratório de Poéticas Contemporâneas
Professor Supervisor: Dr. Gê Orthof / Me. Cecilia Mori
Tutor (a): Raquel Nava Rodrigues
Aluno (a): Nely Maria Pereira Andrade              Matrícula: 11/0044037
Tarefa da semana 8: Poéticas do íntimo: memorial descritivo

Obra: Do grão à industrialização


1.    Introdução:

          Mostrar a evolução do grão á industrialização requer uma fuga do estilo, daquilo que é usual.
         Pinturas em quadros, esculturas, desenhos, nada do que se costuma ver nas exposições artísticas contemplava o objetivo. Surge então à ideia de uso de algo familiar, doméstico, de presença marcante, bem perceptível como base, no caso, uma geladeira.
         Espera-se transmitir ao espectador uma visão da trajetória do grão desde a sua origem até ao uso do produto industrializado e instigá-lo à pesquisa do processo sofrido pelo produto, da terra ao consumo.
          Do grão à industrialização apresentam os gêneros alimentícios em grãos e próprios para o consumo, dispostos de forma criativa dentro e fora de um móvel comum da cozinha.

2.    Descrição da obra:

        A base utilizada foi uma geladeira da marca Consul, 280 litros, cor azul, fabricada na década de 60 quando os modelos eram marcados pelos produtos com linhas retas. A mesma, apesar de se tratar de uma peça antiga, estava em perfeitas condições de uso e funcionamento, fato que permitiu a disposição dos alimentos em seu interior com a exibição da porta entreaberta mostrando os produtos iluminados pela lâmpada interior do móvel.
        Os grãos escolhidos para compor a porta foram arroz, feijão branco, feijão carioquinha, feijão vermelho, soja, ervilha, amendoim, milho amarelo, milho vermelho, canjiquinha, café, girassol, alpiste, painço, erva – doce e canjica branca colados com cola plástica branca em forma de mosaico, contornados com feijões pretos. Após a secagem a arte foi pulverizada com verniz incolor.
        Nas laterais da geladeira foram fixados rótulos dos produtos industrializados e em seu interior estavam dispostos os produtos embalados, próprios para o consumo. Um produto de cada grão.
        O título da obra foi propositalmente colado no interior da geladeira para incentivar ao espectador uma interpretação pessoal da obra antes de conhecer a justificativa da autora.
        A geladeira permaneceu ligada e a luz forte incandescente do seu interior se sobrepunha á luz fluorescente do ambiente no local da exposição. A explosão mágica da transformação.
       

3.    Local da exposição:

         A obra foi exposta no pátio da E.M. Padre Cícero de Castro, situada á           Rua Fernando de Noronha, 490, Bairro Bom Retiro, Ipatinga, MG onde funciona o polo da UnB.
        Na exposição foram apresentadas obras com conceitos variados, de autoria dos alunos do curso de Artes Visuais da Universidade de Brasília como atividade da disciplina Laboratório de Poéticas Contemporâneas.
       A obra “Do grão à industrialização” foi exposta em canto do pátio, permitindo uma visão privilegiada da porta e laterais, sendo que a visibilidade ora focava a porta e uma das laterais, ora a porta e o foco de luz vindo do seu interior, provocando curiosidade aos visitantes em qualquer ponto do local.



4.    Processo de construção:

         O processo da construção da obra teve seu início com a limpeza e secagem da parte interna onde seriam colados os grãos e depois a geladeira foi posicionada horizontalmente para o início da colagem dos grãos.


Preparada a superfície, começa-se o processo de separação e escolha dos grãos. O critério para a escolha foram contemplar os grãos de uso mais comum, os de fácil acesso e variedade em cores e tamanhos.
        Com um lápis foi traçado um desenho aleatório na porta. Como se fosse um vôo acrobático, um deslizar suave, porém sem destino previsto, formando pistas onduladas no azul celeste.
       Os espaços foram aos poucos sendo preenchidos primeiro pela cola plástica e em seguida pelos grãos e a cada preenchimento o contorno era feito com os grãos de feijão preto.
      Terminada a colagem dos grãos, a geladeira permaneceu na posição para a secagem que durou 3 horas e 30 minutos. Recolocada na posição vertical foram fixados os rótulos em suas laterais.
          


           No local da exposição os produtos industrializados foram dispostos em seu interior e a geladeira foi aberta no horário de abertura da exposição.



Conclusão;

        Concordando com a afirmação de Reinhartdt quando diz que a arte é livre, mas, não é boca livre afirmo que uma obra de arte pode valer-se de objetos do cotidiano, mas vale ressaltar que em cada obra há uma história, um objetivo, um contexto.
        A construção da obra “ Do grão à industrialização” oferece, além da interpretação da autora, variadas concepções a serem percebidas por diferentes espectadores em diferentes contextos.


1.    Referências bibliográficas:

·         REINHARDT, Ad; Arte como arte, p.72
·         http://www.consul.com.br












domingo, 14 de julho de 2013


 Disciplina: Competências Linguísticas e Midiáticas
 Profas. Autoras: Janaína de Aquino Ferraz e Ormezinda Maria Ribeiro
 Tutora à distância: Rosa Maria Olimpio
 Aluna: Nely Maria Pereira Andrade              Matrícula: 11/004403
 Tarefa: Artigo de Opinião

Há ainda crianças fora da escola?

                                     Imagem disponível no site  http://jornalpequeno.com.br

Afinal, qual é o motivo da
ausência de tanta criança
na escola?

     É revoltante constatar que mesmo diante das leis que asseguram o direito da criança à educação, ainda se possa encontrar em nosso país, um número considerável de crianças fora da escola.
     O vídeo “Vida Maria”, de Márcio Ramos, retrata a situação da educação em uma das regiões brasileiras. Será que nos dias atuais ainda há crianças fora da escola nas demais regiões do Brasil?
     O vídeo em questão retrata um problema social, onde as crianças são impedidas de aprender devido à tradição de famílias que julgam a educação como algo irrelevante principalmente para as meninas.
O Estatuto da Criança e do Adolescente reza que toda criança tem direito à educação e é dever da família e dos órgãos competentes assegurar o cumprimento dessa lei.

Capítulo IV
Do Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer
“ Art. 53. A criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho...”

     Segundo a pesquisa realizada por Eliane da Costa Bruini, disponível no site  http://www.brasilescola.com, 731 mil crianças, entre 6 e 12 anos ainda estão fora da escola.
     Diante da tecnologia avançada e dos inúmeros programas educacionais é um número considerável, digno de questionamento.     

Por Nely Maria Pereira Andrade
14 de julho de 2013









domingo, 11 de novembro de 2012

RESENHA DO SHOW DE TRUMAN













Universidade Aberta do Brasil – UAB/ UnB
Licenciatura em Artes Visuais
Disciplina: Tecnologias Contemporâneas na Escola – TCE 3
Professor: : Christus Nóbrega
Tutora à distância: Irineia Fernandes de Almeida Souza
Tutora presencial: Tássia do Carmo França
Aluna: Nely Maria Pereira Andrade                                           www.facasper.com.br                                                
Matrícula:11004403                                                                                                                                                                        
Atividade 4: Assistir e resenhar o filme “O show de Truman”                                                                                                                                                

Uma fama cruelmente premeditada
  “ O Show de Truman” é um filme dirigido por Peter Weir e escrito por Andrew Niccol que retrata a história de Truman, personagem representado por Jim Carrey, um cidadão comum, vendedor de seguros que vive 24 horas monitorado por diversas câmeras, sob o olhar curioso de milhares de espectadores. Como se não bastasse, toda a sua história acontece em um ambiente previamente preparado, inclusive as condições climáticas como o frio, calor, vento, chuvas e até tempestades. Fato estranho, porém seria concebível se o protagonista tivesse noção do que estava acontecendo. Sua vida foi acompanhada desde antes do seu nascimento até a idade adulta sem que ele percebesse. Sua vida era uma total falsidade, inclusive sua esposa, seus amigos, a morte do pai gerando o trauma pela água.
  O plano do diretor seria acompanhá-lo até uma possível morte que poderia também ser calculada. Seus planos foram impedidos por uma pequena falha. Uma falsa estrela cai e ele percebe que se trata de um refletor. Daí começa realmente a história do filme em si: A busca pela sua verdadeira história,  incentivada por uma paixão verdadeira por uma mulher que não compartilhava da ideia e queria vê-lo livre.
 O filme expressa claramente o poder de influência da mídia na sociedade e o que se faz para chegar a este patamar de audiência. A vida real de Truman foi desconsiderada em detrimento ao preço alto da audiência que resultava na excelente venda de produtos, dentre outros lucros.
 Truman consegue se desvencilhar da armadilha e sair da mira dos holofotes, mas será que a sua imagem e a sua vida ficarão a partir de então, realmente preservadas? Acredito que não. Atualmente está difícil se preservar diante do avanço da tecnologia e da eficiência dos meios de comunicação. As redes sociais focam a vida de todos sem limite de espaço ou cenário. Ficamos a par de situações de pessoas que nem conhecemos e que residem a países distantes do nosso da mesma forma que nos deparamos com fotos e comentários ao nosso respeito postados no facebook, por exemplo. Quem pode afirmar que também não estamos sendo protagonistas de um show?
  O que podemos fazer em relação ao poder da mídia e não nos permitir ser dominados por ela. Precisamos monitorar a nossa vida para que outros não tomem posse dela visando proveito próprio.



RESENHA DA NOVELA LADO A LADO






















Universidade Aberta do Brasil – UAB/ UnB

Licenciatura em Artes Visuais
Disciplina: Tecnologias Contemporâneas na Escola – TCE 3
Professor: : Christus Nóbrega

Tutora à distância: Irineia Fernandes de Almeida Souza
Tutora presencial: Tássia do Carmo França
Aluna: Nely Maria Pereira Andrade           Matrícula: 11004403
Atividade 5: Analisando a TV
Resenha da novela: Lado a lado
                                                                                                
                                                                                                                                                    Upload.linkatual.com
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 É uma novela que não apresenta cenas impróprias para menores e, portanto destinada ao público infantil e adulto. Destaca-se o homem como autoridade e a mulher como submissa tanto dentro do lar quanto no campo profissional, além disso, cobra-se muito o comportamento, a ética, as boas maneiras. Os conceitos são transmitidos de forma clara e autoritária. As mulheres usam vestidos longos, corpete apertado, mostrando uma sexualidade discreta e com muito charme. Os homens estão sempre de terno e chapéu, até mesmo dentro de casa. O padrão de beleza é definido visivelmente pela cor e status. O negro é totalmente desvalorizado.











 É uma novela que nos leva a refletir sobre as mudanças ocorridas até os dias atuais e não há muito que influenciar por se tratar de época antiga, porém há o risco dos homens sentirem o desejo de dominar, atitude que não procede hoje em dia, de forma tão rigorosa. Nos intervalos entre os capítulos são transmitidas as propaganda de produtos de consumo adulto.
 A moda da época era extremamente
elegante, porém imagino o enorme
desconforto tanto dos homens quan-
to das mulheres, considerando o

calor do Rio de Janeiro.
                                                                      designinnova.blogspot.com
                                                         O teatro vivia momentos críticos por falta de
                                                    recurso financeiro e aceitação. Prevalecia as
                                                   cenas eróticas para o público masculino e, em
                                                   alguns casos, as mulheres e crianças eram
                                                   impedidas de assistir. Percebe-se a luta e o
                                                   sacrifício vivido pelos antigos atores.
voluvia.com
 Houve opiniões contraditórias também no
 futebol, mas prevaleceu-se a sua permanência.                                      
  É uma novela que representa os avanços
ocorridos em diferentes áreas do nosso país.                                       
                                                                                  noticiasbr.com.br